Como a rosa que nasce,
esplendorosa em seu botão,
que cresce, perfuma e agrada,
mas, amanhã vai ao chão...
É a vida do ser que luta
dia a dia por seu pão,
e, após ter conseguido,
fome já não tem, não.
E, com ele por entre os dedos,
vai andando sem parar,
entregando-o à outra vida,
para que esta, lhe venha ajudar.
Porem, os dois cansados,
um dia, sem nada poder fazer,
vêem que este pão, se lhes escapa,
vindo ambos a morrer.
tioed (década 60)
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